Problema
O que precisa se tornar possível, dito como enunciado. É aqui que a maior parte dos projetos já nasce torta.
Primeiro a decisão que precisa se tornar possível. Só depois o que construir. É por isso que o segundo cheque sai menor e mais certeiro que o primeiro.
Lacuna de evidência ou condição de governança devolvem o trabalho a um estágio anterior. Voltar não é atraso, é o que impede você de construir sobre base errada.
O que precisa se tornar possível, dito como enunciado. É aqui que a maior parte dos projetos já nasce torta.
O que a operação acha que faz, contra o que ela faz. A diferença entre os dois costuma ser o projeto inteiro.
Domínio, contexto, fonte, relação e evidência representados antes de qualquer escolha técnica. Você para de comprar antes de saber.
Limites, fluxos, papéis e dependências. Com o que fica de fora declarado, para o escopo não crescer sem preço acompanhar.
Onde a capacidade computacional entra, sob qual autoridade, e o que ela não decide.
A superfície onde o sistema encontra quem usa. Site, plataforma, automação, agente ou base de conhecimento.
Alternativas, risco, autoridade e próxima ação explícitos. O fluxo para aqui, de propósito, porque quem decide é você.
O que o mundo real devolveu volta como correção, com data e origem. O sistema fica mais certo com o tempo, não mais velho.
Se você tem receio de entregar decisão para máquina, é exatamente sobre isto.
O que a organização sabe deixa de viver só na cabeça de quem sabe. Fontes, evidência, contexto e memória ficam legíveis para quem chegar depois.
Alternativas, riscos, autoridade e próxima ação viram explícitos. A decisão passa a ter forma antes de ser tomada.
A interface é uma superfície. O produto é o que existe dos dois lados dela: propósito, arquitetura da informação, percurso de serviço e memória da relação.
Trabalho, papéis, governança e continuidade ficam visíveis. A operação sobrevive à saída de quem estava nela.
A contribuição da máquina fica dentro de contexto, qualidade e autoridade humana. Capacidade concedida, não presumida.
Site, plataforma, automação, agente de atendimento, integração, base de dados. Cada um é a superfície de um sistema, e não um serviço avulso: o site carrega a arquitetura da informação por trás dele, a automação carrega a decisão sobre o que pode rodar sozinho, o agente carrega os limites de autoridade que tem e os que não tem.
A arquitetura que conecta conhecimento, capacidades, agentes, decisões e aprendizagem. Publicada com o limite declarado, porque afirmar produção que não existe seria a primeira coisa a desmentir todo o resto.
Discovery documentado, conhecimento modelado, decisão em autoridade humana, entrega especificada, aprendizagem modelada.
Nenhum estágio acima descreve software em produção. Não é plataforma operacional completa nem sistema autônomo.
Escreva o enunciado do problema em três linhas. Eu respondo dizendo se é arquitetura, e o que já consigo ver a partir do que você escreveu.
Escrever para a Fulcro