Mapa da Operação Atual
Como o trabalho acontece de fato hoje, contra o que a organização acha que faz.
Inclusive de mim. O que fica é estrutura que a sua equipe opera sozinha, não um contrato que você renova pra não perder o que aprendeu.
Não é um relatório. São sete documentos que a sua equipe usa depois que eu saio.
Como o trabalho acontece de fato hoje, contra o que a organização acha que faz.
O que está contratado, o que está instalado, e o que é de fato usado.
As oito dimensões medidas: processos, governança, informação, tecnologia, automação, indicadores, segurança e inteligência artificial.
Cada gargalo com impacto, prioridade e dono nomeado. Sem "o time precisa se alinhar".
O desenho de como a operação deveria funcionar. Estrutura, não escolha de ferramenta.
Ordem, esforço, impacto, e o gargalo que cada ação fecha. Com critério de aceite para saber se funcionou.
Termina numa escada de decisão: as escolhas que só você pode fazer, e o que muda em cada saída.
Se a Radiografia não te mostrar o que você ainda não via, você não paga. Não é palavra minha: cada um dos sete entregáveis tem critério de aceite, e dá pra checar item por item se cumpriu.
A Radiografia vai até a decisão tomada e o próximo passo dimensionado. Ela não executa o próximo passo, e é isso que faz o segundo cheque sair menor que o primeiro.
E ela é uma forma de começar, não a única. Quando o problema já está claro, a conversa começa direto.

Passei dez anos entrando em operações onde ninguém tinha autoridade sobre todas as partes, o prazo não se movia, e cada país jogava com uma regra diferente. Sempre o mesmo trabalho: fazer quem decide enxergar o que só existia na ponta.
Brasil, Inglaterra, França e Jordânia. Eventos internacionais, operação de canal de vendas no exterior, área de educação de uma organização de saúde, e produto digital do zero até o comércio funcionando.
Coordenar partes que não respondiam a ela, sob prazo que não se movia, entre contextos que não compartilhavam as mesmas regras. O método veio daí, não de um framework.
Escala, equipe ou fila de clientes que não existem. A prática está sendo construída, e este site diz isso em vez de sugerir tamanho.
Uma pessoa conduz do primeiro contato à entrega. Nada se perde na passagem entre quem vendeu e quem executa, porque não há passagem.
Trabalho só entra aqui com permissão e com evidência suficiente para contá-lo com precisão.
Sistema de link personalizado, construído do zero para a operação da cliente. Contratado, entregue e em uso.
O escopo mais denso até agora. Um produto que não existia foi criado, fotografado em ensaio profissional e levado até um site de comércio funcionando, ponta a ponta.
Eu respondo dizendo se isso é um problema de arquitetura, e o que eu já consigo ver a partir do que você escreveu. Se não for, eu digo isso também.
Não precisa da resposta. Precisa do enunciado.
Sem apresentação institucional e sem proposta de sessenta páginas.
Antes de preço, sempre nessa ordem.
Uma pessoa conduz o trabalho inteiro. Isso limita quantos mandatos existem ao mesmo tempo, e é por isso que a primeira conversa é de escopo e não de venda.